Noites de insônia...
Noites solitárias...
Já não acredito em mais nada.
Vou vivendo.
Vou caindo.
Buscando o fim da jornada.
Vejo o tempo
sinto o vento
remexendo minhas pegadas.
Na estrada,
partida,
enlameada.
Chega a noite
Como um açoite
marca minha alma cansada
Já não durmo
quero um rumo
um degrau a mais na escada.
Te procuro
como escudo
protetor da minha escalada
Na subida
a saída.
Na calada da
fria madrugada...
Bjos...
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